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29 de abr de 2016

CINE PALAVRAS: Meus 5 filmes favoritos de Audrey Hepburn

VOLTAMOS! YAY! 


Não sei ao certo como minha paixão por Audrey Hepburn começou, mas me lembro de querer muito assistir “Bonequinha de Luxo”, outra vontade que também não sei como surgiu. Mas, me lembro muito bem das duas semanas em que passei tentando baixar o filme e da ansiedade que me corroía por dentro (sim, este é o relato de uma pessoa que não tinha uma internet nada digna). Depois de todo esse esforço, consegui assistir ao filme e foi aí que me apaixonei perdidamente por Holly, Sabrina, Jo, Princesa Ann e Eliza. Desde então tenho tentado aos poucos reunir a filmografia desta atriz que marcou a história do cinema. Mas nessa tentativa, acabei por descobrir minha paixão por alguns filmes em especial.



Bonequinha de Luxo (Breakfast At Tiffany’s)



O filme é de 1961, baseado no romance de Truman Capote (<3) e conta a história de Holly Golightly, uma acompanhante de luxo que quer a todo custo se casar com um homem rico, mas acaba se tornando amiga de um escritor recém-chegado a cidade. Junto com seu gato sem nome, Holly descobre algumas coisas da vida e acaba se envolvendo com um brasileiro (“José da Silva Pereira”), o que acaba colocando-a em uma confusão.

Tá, o filme pode nem parecer tanta coisa assim (e minha sinopse pode estar muito a cara da Sessão da Tarde), mas acreditem, eu simplesmente AMO este filme e sempre que posso encho a paciência das pessoas mais próximas para assistir. O que não sei de verdade é se me apaixonei pelo gato, pela fotografia fofíssima do filme, ou pelos olhos azuis de Paul V-A-R-J-A-C-K, aka Fred.  Além de tudo isso, o filme teve uma grande influência na moda, quem nunca se deparou com referências àquele vestido preto que Holly usa para tomar seu café na Tiffany’s?!

Para quem se interessar, o filme está disponível na Netflix!


Sabrina (Sabrina)



A história é de puro romance! O filme acompanha a vida de Sabrina, que é filha do motorista de uma família rica dos Estados Unidos, os Larabee, e o fato de que ela é apaixonada por um dos irmãos. Mas Sabrina nunca foi notada da forma que desejava e vai para Paris estudar gastronomia. Depois de um tempo ela volta para os Estados Unidos, completamente diferente da garotinha boba e indefesa que era ela começa então a despertar alguma coisa em sua Crush antiga. Mas as coisas são bem diferentes desta vez!

Em preto e branco, os figurinos chamaram tanta atenção que foram os responsáveis por render ao filme o Oscar de Melhor Figurino em 1955. Com a leveza de um típico filme de romance antigo, ele consegue cativar de uma forma que me fez ficar em sérias dúvidas sobre qual destes filmes é o meu #Top1. hahaha Em 1995, “Sabrina” ganhou um remake com Harrison Ford em seu trio principal.


A Princesa e o Plebeu (Roman Holiday)



FOFO! Apenas muuuuito fofo! Desta vez, Audrey é a Princesa Ann, uma jovem que quer ser normal como todas as outras, quer dizer, ela deseja não ter todas as atribuições de uma princesa. Em Roma, a garota foge de suas obrigações e acaba se encontrando com um repórter que vê nela a oportunidade de conseguir uma boa qualificação no jornal, no caso ele quer ser o dono de um grande furo, isso sim (esses jornalistas, eu nem sei o que falar), mas as coisas fogem do controle quando ele se apaixona pela Realeza.

De 1953, este foi o filme responsável por dar a Audrey seu primeiro Oscar! Além disso, ainda recebeu o prêmio de Melhor Figurino e Melhor História Original.


Cinderela em Paris (Funny Face)



Admito que de todos os meus selecionados este é o que menos gosto, e não me perguntem o motivo. Assim como todos os outros filmes da atriz, este também esteve ligado a moda, no entanto seu vinculo era mais forte, pois trata exatamente disso.  Uma bibliotecária, Jo Stockton, é encontrada por acaso por um fotógrafo de uma revista famosa dos Estados Unidos, que faz algumas fotos dela e por algum motivo acaba-a convidando para ser sua modelo fotográfica em Paris, enquanto tudo isso acontece são cantadas e dançadas várias músicas.

Lançado em 1957, Audrey teve como parceiro nesse projeto, o famosíssimo Fred Aistare.


Minha Bela Dama (My Fair Lady)



Pense numa pessoa que surtou quando achou esse filme na loja, assim fui eu! Já tinha lido algumas coisas sobre ele e estava bem curiosa para assistir. Sabia que originalmente era uma peça de teatro que foi adaptada para a sétima arte? Pois é! Ele também é um musical, e tem umas músicas que ficam grudadas na nossa cabeça, mas que são bem complicadas de aprender.

Eliza Doolittle é uma florista, que não tem muitos modos, mas que durante uma de suas vendas conhece o professor de fonética Henry Higgins (Rex Harrison), que ao ouvir o sotaque horroroso dela aposta com um amigo que dentro de alguns meses consegue transforma-la em uma dama da alta sociedade (talvez isso pareça um pouco com uma novela da Rede Globo, né?). E ele consegue, mas a altos custos. E nesse meio tempo, todo mundo sabe, eles acabam se apaixonando.

Esse filme também foi um grande vencedor de Oscar, em 1965, levando pra casa as estatuetas de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora e Melhor Som. Ufa!




Audrey ainda tem muitos filmes maravilhosos (e românticos), e eu espero conseguir algum dia assistir a todos eles, ou pelo menos, a uma boa quantidade deles. Enquanto isso acho que vou continuar vendo os meus favoritos pela milésima vez.

Gabriela Santos





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