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19 de jan de 2016

EVENTOS: Dia de Feira



Final de semana é dia de feira? Pois, Vitória da Conquista não poderia ficar de fora dessa tradição, mas dessa vez de um jeitinho diferente. Nos últimos dias 16 e 17, empresários da cidade decidiram com o apoio da prefeitura promover uma feirinha gastronômica, cultura e arte num espaço público, mais precisamente numa praça.

Pensem nas variedades de cheirinhos de comidas? Tinha de tudo um pouco: doces, comidas típicas, levinhas, mais pesadas. Comidas orientais, fast food, cervejas, até comida vegana. Eram opções para todos os gostos.





E se feira é variedade, as opções foram além das comidas! Tinha também stands de artesanatos, camisetas, bijuterias e artigos da cultura pop. Era impossível não dá uma paradinha para olhar, namorar os produtos e contar as moedinhas para tentar levar algo para casa. As vendedoras das barriquinhas que passei eram super simpáticas e gostei da recepção.





Para completar o clima, o ritmo de feira tinha que ser contagiante, e nesse quesito DJs e bandas deram conta do recado. Rapha, Paulinha Chernobyl e DJ Loro Voodo tomaram conta do som da pista. E as bandas Dost e The Outsiders arrasaram no som ao vivo.



Infelizmente, só consegui ir ao Domingo. Passei rapidinho ao meio dia e o clima estava muito gostosinho, então resolvi voltar mais tarde. Lá pelas 17h, no finzinho da tarde, também já era finzinho. Se fomos falar de em termos de feira, na segunda passadinha eu cheguei na xepa. Queria um cupcake, mas não achei mais. Então, tive que matar a vontade com algodão doce.





Por realmente ser fim de evento, as comidinhas já estavam em seu “status” de despedida. Mas o som meio country da banda The Outsiders foi muito gostoso. Algo bem íntimo, de “interior”, mas bem sofisticado. Dava vontade de ficar ali ouvindo a noite toda. Realmente adorei a banda.



Vamos vender nosso peixe? Olha a ficha, olha a ficha. O evento foi gratuito, mas consumir lá tinha que comprar fichas. Estavam vendendo fichinhas de 3, 5 e 10 reais. Não verifiquei o preço das comidas mais caprichadas, mas os lanches que fiz couberam no bolso. A única dificuldade era achar os carinhas das fichas quando o ambiente estava lotado. Tanto que muitos stands já estavam vendendo sem precisar necessariamente trocar o dinheiro pelas fichas.



De início achei o espaço um pouco apertado, ainda mais com o vai-e-vem de pessoas, e os toldos não contribuíram com ventilação. Porém, no momento em que estive lá, isso não roubou a motivação de estar rodando na feira.




Aberto para o público o Dia de Feira, foi um evento que poderia acontecer regularmente. E realmente espero que aconteça. Os organizadores mencionaram que seria uma proposta itinerante e ainda pode rodar muitas praças da cidade, o que seria ainda mais interessante: levar novidade, variedade e lazer para diversos públicos que querem um lugar para espairecer ou para atrair aqueles que estão de passagem.



Por fim – e para minha falência – não resisti e comprei um botton lindinho e gashapons que estava namorando há tempos. Foi meu presente de Natal atrasado e estou vivendo bem com essa desculpa. Haha



Acho que nunca foi tão legal ir fazer uma feirinha e trazer umas sacolinhas para casa.

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Paula Joane







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