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8 de set de 2015

EVENTOS: Viajar no Som do Festival de Inverno Bahia




Se tem algo que é característico da cidade em que atualmente moro, é o frio. Sim, frio na Bahia! Mas vamos deixar essa surpresa para as perguntas clichês a quem ainda não conhece o tempo louco de Vitória da Conquista. 

Então, se tem frio digno de 7ºC e de doer os ossos (MÃE, minha. 2014), ele tem que ser comemorado e aproveitado com música! Temos o Festival de Inverno Bahia, um dos eventos do interior mais esperados. Ele já está na sua 11º edição e já teve grandes nomes da música brasileira em seu palco.

Esta foi minha segunda vez curtindo o FIB, e a primeira vez do trio do Palavras & Palavras na balada! Eu, Julie e Gabi (e as amizades) fomos no 1ª dia do evento, 28 de Agosto, que tinha como destaque: Humberto Gessinger, Ana Carolina e Ivete Sangalo. Fora as grandes atrações ainda têm o Barracão Universitário e a Arena Rock com destaque para bandas regionais. E só para completar, muitos dos patrocinadores oferecem atividades extras. Como um balão, que segundo fontes só subia 2 metros de altura. E um bar suspenso, com um garçom bem lindo, que ia a 40 metros de altura. Imaginem o frio lá em cima?! Só não irei relatar mais dessa experiência para não atrair o rancor da minha miga Gabriela que não se auto-convidou (como eu, no meu serviço vela para nosso casal amigo) e não foi no 3ª dia de Festival (Amo-te, miga).

O frio, frio, frio em si, não apareceu no seu máximo. Na verdade, estávamos numa temperatura bem agradável para os moldes de VCA. A neblina só apareceu quando a multidão se dispersou quase no final da madrugada.

Tinha tudo para ser o melhor dia. Eu, já tinha até feito a minha cronologia para os três shows. Humberto – eu não conhecia muito, então ia curtir sem compromisso. Ana Carolina – era a vez da bad bater, curtir as magoas e a “sofrência”. Ivete – Pular, pular, pular e se acabar. No geral, foi quase isso. Mas vale um pequeno comentário de “impressões pós-show”.




Humberto Gessinger – Julie que é fã, quase matou todas as amizades que atrasaram, porque ela não queria perder o show. Bom, o show atrasou, mas não perdeu seu encanto. Para quem era fã do Humberto ou do Engenheiros do Hawaii, foi um presentão. Ele cantou músicas de seu trabalho solo, Insular, mas também trouxe canções da banda. Tinha uma dupla de rapazes na minha frente que estava ensandecida. Acho que nem eu chorava e gritava tanto no show do LP. Tavares, o ex-baixista do Fresno, também ganhava os gritos dos fãs. Nota importante para o cabelo divo do Humberto, que se juntasse o da Ana e o da Ivete, não dava o nível sedoso do dele. Foi um show ótimo, interativo, para quem é fã. Para quem só conhecia duas músicas como eu, curtia no embalo, também.  




Ana Carolina – Já queria cantar muito “... e cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais êeeeee”, e de certo modo cantei. Porém, o show da Ana focou muito mais nas músicas novas dela. As mais conhecidas ficaram a cargo de medley.. Quando eu empolgava para cantar, já emendava na próxima. Certo, que esse artifício é bem recorrente em show de divulgação de álbuns novos. Mas devo dizer, que o show da Ana, que estava esperando ser bem tocante, ficou um pouco aquém das minhas expectativas. Motivo: Havia alguma falha técnica no som que estava dando muito agudo a voz dela. E ela reclamava disso de minuto a minuto. No início eu nem tava percebendo, mas depois das reclamações, acho que desandou de vez. E ela estava muito incomodada com isso e deixando transparecer para todo mundo. Ficou um clima tenso no palco e quebrou bastante a fluidez do show.

Reparem na minha bolsa de Coruja ali!


Ivete Sangalo – “PQP, é a melhor cantora do Brasil”. Não sei se posso afirmar categoricamente esse mantra gritado lá, mas naquela noite, naquela animação, sobre aquela galera, ela era sim! Sem dúvidas o melhor show da noite (quiçá, do festival). Já chegou no "OH-OH Alegria, Alegria" e quem estava parado não ficava mais, pois era levado junto com a galera. Nós que estavamos na frente, fomos empurrados para o meio. Nas três primeiras músicas era aquele empurra-empurra, aperto, falta de ar. Mas como costumo dizer, se em show movimentado, você conseguir sobreviver na muvuca nas primeiras músicas, o resto é fácil. Nosso casal top (Cris e Marcéu) foi responsável por agregar mais duas peças (Eu e Gabriela) e viramos um casal de quatro abraçados contra a multidão que empurrava.  Depois foi curtir, dançar. Teve Pequena Eva, teve Beleza Rara, Flor do Reggae, Arerê. Novas, clássicas, muito axé. Gabi achou as interações da Ivete um pouco forçada. Já eu acho que ela é daquele jeito loucão mesmo, desbocada e maluca. E a atenção dela com os fãs é um amorzinho. Eu amei. Quero mais Ivete, quero me jogar mais.

PS – Gabriela saiu não sentindo mais o corpo. Julie a gente perdeu. Eu saí com os cabelos quase arrancados. Mas foi massa. E eu já quero meu trio lindo do P&P, mais meu casal-de-três, Mainha e quem mais quiser vir, nas próximas edições. 




Fiquem com vlog do nosso dia a dia até chegar na noite do FIB.

Paula Joane






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