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14 de jul de 2015

Ontem foi Dia do Rock, bebê!

 



Todo mundo sabe que no dia 13 de julho, comemora-se o Dia Mundial do Rock, certo? (Estamos atrasadas, mas também comemoramos) A data teve origem lá no ano de 1985, quando o festival Live Aid aconteceu, simultaneamente, na Inglaterra e nos Estados Unidos. Com a presença ilustre de várias bandas incríveis – como Led Zeppelin, Rolling Stones, Scorpions, U2, Queen – e cantores como Madonna, David Bowie (amor) e BB King, o dia não poderia ficar marcado de outra forma, a não ser, como o Dia do Rock. 


O show tinha como objetivo principal erradicar a fome na Etiópia, por isso, vários artistas (e filantropos) famosos estavam presentes. O evento foi transmitido pela rede BBC ao vivo, que, por atingir países e pessoas distantes, foi a grande responsável pela atenção que o continente africano ganhou.

Uma curiosidade do Live Aid, é que Phill Collins conseguiu tocar em ambos os lugares, em Londres e na Philadelfia, nos EUA. Em 2005, o Festival ganhou uma nova edição, o Live 8, para comemorar seu vigésimo aniversário. Para tornar tudo mais incrível ainda, foi no dia 13 de julho de 1962 que The Rolling Stones nasceu.

Mas, sabe o que é mais legal disso tudo? É que o Dia Mundial do Rock é comemorado apenas aqui no Brasil. Isso mesmo! Só nós brasileiros comemoramos esta data no dia 13 de julho, graças a algumas rádios paulista, que inseriu este dia no calendário brasileiro.

Ao redor do mundo, algumas outras datas são sugeridas como o verdadeiro Dia do Rock, tal como dia nove de fevereiro, uma vez que foi nesta data, em 1964, que The Beatles se apresentaram, pela primeira vez, nos Estados Unidos.

E você sabia que as meninas aqui do Palavras & Palavras também apreciam um bom rock? Pois é! Quer saber mais sobre isso? Então vamos lá!




Paula é fã de Linkin Park há alguns anos, e não esconde sua paixão pela banda. Assim, ela nos conta com bastante empolgação a respeito desse amor.   



1. Quando e como você conheceu sua banda favorita? 
 
Foi em 2004, através da minha prima. O Yahoo! Tinha uma rádio na época e as pessoas podiam criar sua programação. Bandas como Linkin Park, Evanescence, Hoobastank, Avril Lavigne eram Tops e bem ouvidas. Numb do Linkin Park sempre estava na programação e foi uma das que mais me chamou atenção. Depois daí começamos a procurar sobre a banda, mais músicas, clips... 

Não sou especialista em música, nem muito menos tenho prioridade para falar de “qualidade de rock”, mas o Linkin Park me conquistou pela proposta que a banda trazia. Em um DVD, Mike Shinoda fala que a banda não gostaria de ser rotulada por esse estilo ou por outro. Eles eram uma teoria híbrida, uma mistura, e o nome para isso era simplesmente Linkin Park. Foi dessa combinação que comecei a apreciar. A mistura de um som mais pesado, com rap e eletrônico. Os berros do Chaz que casam muito bem com os raps de Mike. E toda a banda em geral. Seis caras talentosos e simpáticos demais.

Em 2005 eu comprei o primeiro CD e já estava bem, bem fã, que até meu aniversário de 11 anos foi com a temática do Linkin Park (hahaha, que vergonha).

2.      Qual a maior loucura que você já fez por ela? 

Em 2012 o LP veio ao Brasil para fazer quatro shows. Toda vez que a banda vinha ao país eu ficava aquele sentimento de “poxa, queria estar lá”. Então, eu decidi fazer um planejamento para tentar ir ao show do Rio. Pesquisei hotel, ingresso, passagem, até gastos com táxi e fiz um texto todo sentimental e entreguei para minha família. Nessa esperança e com uma ajuda de uma colega – que deu corda para minha loucura -, eu resolvi comprar o ingresso. Guardei todo o dinheiro que eu usava para lanche ou outra coisa e paguei 256 reais pelo ingresso. Eu tinha o passe pelo meu sonho em mãos, só faltava alcança-lo. Eu achava que com o ingresso era uma pressão a mais para meus pais concordarem com a ida. Eu lembro até hoje do dia eu que busquei o ingresso no Correio e o quanto eu fiquei lá admirando. Acabou que não deu certo ir, eu fiquei frustrada por uns bons meses, mas não vendi o ingresso. Quando todos perguntam o porquê, falo a mesma coisa: Era como se eu tivesse vendido o símbolo da minha “luta” ou dos meus planos para que aquele momento desse certo. Não deu, mas eu sei que tentei. E eu amo meu ingresso perdido. Se pudesse tinha até emoldurado. 

Aquele ingresso!

3. E a sua coleção, como é? Fale um pouco sobre ela. 
 
Eu tenho todos os CDs lançados oficialmente. Tenho uma versão Deluxe, o livro, o pacote do LP Underground 13 e alguns itens de LPU anteriores. Meu sonho era fazer parte do fã clube oficial, que é o LPU, só que eu não tinha cartão internacional, então muitos itens lançados para fãs, eu perdia. Agora que consegui, o dólar aumentou. A vida de fã é sofrida. Tenho três camisas, já tive pôster, mas muitos rasgaram. Morro de vontade de ter Singles, mas existem vários que são raros. Tenho também uma palheta que o Chester, o vocalista, jogou no show de 2014. 

4.      Você já foi em algum show? 

Depois da frustração de 2012 finalmente consegui ir ano passado, 2014, num show deles em Belo Horizonte. E só consigo resumir em duas palavras: surtos e aventuras. Era algo que eu pensava ser tão distante de se realizar e aconteceu de um jeito tão dinâmico e sem dramas. Mas quero reservar os detalhes para uma retrospectiva mais adiante.

5.      Qual seu maior sonho em relação à banda?

Encontrá-los realmente e ter a chance de falar nem que seja um “Hi”. Pode ser em um Meet & Greet ou na rua. E tirar uma foto com eles e conseguir um autógrafo, principalmente com Mike Shinoda. Acho que o dia que tiver com foto com ele, eu sairei colando por aí. Haha
E sobre sonhos impossíveis: Sou jornalista e já idealizei bem utopicamente eu entrevistando a banda.

Essa foto lindíssima de Mike, foi Paula quem tirou. E a inveja, fica onde?!






Já Julie, é superfã de Bon Jovi, e sonha em poder assistir a um show da banda um dia. Tô torcendo por você, Julie! 




      1.       Quando e como você conheceu sua banda favorita? 

Não lembro exatamente quando, mas já deve ter uns 5 anos, talvez até mais. Conheci através de uma prima, que gostava de Bon Jovi e me mostrou o clipe de All About Lovin’ You. Depois disso, assisti ao clipe de Misunderstood e percebi que o clipe de All About Lovin’ You é uma continuação do de Misunderstood. Achei isso tão genial que comecei a pesquisar mais sobre a banda, fui buscando outras músicas e, quando vi, tava apaixonada!

       2.       Qual a maior loucura que você já fez por ela?

Já fui pra Galeria do Rock uma vez e passei o dia inteiro sem comer, porque gastei todo meu dinheiro numa enciclopédia sobre a banda. Já fiquei acordada até altas horas da madrugada assistindo à transmissão ao vivo do show que eles fizeram no Rock in Rio 2013 – dando meu melhor pra não acordar meus pais enquanto surtava com o show. 



      3.       E a sua coleção, como é? Fale um pouco sobre ela.

Tenho uma camiseta que me acompanha há anos... Ela não me serve mais, porque eu engordei umas toneladas uns quilinhos desde que comprei, mas me recuso a abrir mão dela. Tenho também um CD (a capa quebrou e eu quase morri quando isso aconteceu), a enciclopédia que passei fome pra poder comprar e dois pôsteres. Um eu fiz questão de emoldurar e pendurar na parede do meu quarto. O outro foi presente de um amigo, e só não emoldurei porque falta espaço na minha parede :’(. Ah! Tenho também um vinil do Slippery When Wet, que ganhei do meu melhor amigo no meu aniversário, ano passado. É meu xodó!

      4.       Você já foi em algum show?

Não... Esperei anos pra banda tocar aqui no Brasil. Aí, uns meses depois que eu me mudo de São Paulo pra Bahia, eles anunciam um show em São Paulo. Chorei horrores quando soube disso, porque eu não tinha como ir. Não superei esse trauma até hoje.

      5.       Qual seu maior sonho com relação à banda?

São vários, mas acho que o maior mesmo é entrevistar a banda inteira – e isso inclui Richie Sambora. Não aceito a saída dele de jeito nenhum! Além de tocar muito, Richie e Jon tem uma química incrível no palco. Ainda vou ver isso de perto e entrevistar todo mundo depois!

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Estou correndo agora para ouvir mais dessas bandas, e quem sabe no ano que vem serei eu falando aqui sobre a minha banda de rock favorita.

Gabriela Santos





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